...
a chuva que caiu misturou-se
nem sei se
com o suor do meu rosto
ou
com uma lágrima que eu não quis deixar aparecer...
domingo, 24 de janeiro de 2010
Por Danilo Zanirato
Você serve a mim
Na justa medida
De um homem
E de um poeta.
Para o homem
Você dá
Tudo o que de melhor tem:
A doce teia de tua boca
O fruto maduro dos teus seios
O banho cálido com tuas mãos e esponja.
Para o poeta
Você serve,
Com suas asas de anjo
E sorriso de Dama da Noite,
Um completo banquete
De rimas e versos.
Na justa medida
De um homem
E de um poeta.
Para o homem
Você dá
Tudo o que de melhor tem:
A doce teia de tua boca
O fruto maduro dos teus seios
O banho cálido com tuas mãos e esponja.
Para o poeta
Você serve,
Com suas asas de anjo
E sorriso de Dama da Noite,
Um completo banquete
De rimas e versos.
"Poetas de Mato Grosso"
A Poesia é um Mundo
Transpondo o rio
que rasga a selva de minha alma
e vigilante como o arco íris
aspirando o fulgor das estrelas
demolido
entre a manhã e o pôr-do-sol
conspiro:
...um mundo
em invenção...
Carlos Gomes de Carvalho (1948), poeta, cronista, contista e historiador; membro da Academia Mato-grossense de Letras. Autor entre outras de "Arquitetura do Homem".
Transpondo o rio
que rasga a selva de minha alma
e vigilante como o arco íris
aspirando o fulgor das estrelas
demolido
entre a manhã e o pôr-do-sol
conspiro:
...um mundo
em invenção...
Carlos Gomes de Carvalho (1948), poeta, cronista, contista e historiador; membro da Academia Mato-grossense de Letras. Autor entre outras de "Arquitetura do Homem".
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Karina Justino
Procura... estranha palavra ardente
nem mares, nem estrelas, nem nada imenso
seria mesmo nada o que tanto procura? Inquietude.
nem mares, nem estrelas, nem nada imenso
seria mesmo nada o que tanto procura? Inquietude.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Por Karina Justino
Cotidiano palavra estranha ao sentimento
Não há marcação no tempo da dor
meu invasor inquieto que não é cotidiano porque é sentimento
ilusão desejada e irônica que imagino por nada
menina, pobre menina dos contos de fada, a troco de nada, iludida!
mas não há tempo marcado, não há hora nem verdade, porque dor também é sentimento.
Não há marcação no tempo da dor
meu invasor inquieto que não é cotidiano porque é sentimento
ilusão desejada e irônica que imagino por nada
menina, pobre menina dos contos de fada, a troco de nada, iludida!
mas não há tempo marcado, não há hora nem verdade, porque dor também é sentimento.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Por Karina Justino
São teus olhos que imaginei perfeitos
os quis assim. Encantamento!
sofrimento meu... que canto...
Ilusão...
Sabe aquele querer insistente?
é fruto do pouco amor (desamor)
e da minha companheira DOR
também de AMOR.
os quis assim. Encantamento!
sofrimento meu... que canto...
Ilusão...
Sabe aquele querer insistente?
é fruto do pouco amor (desamor)
e da minha companheira DOR
também de AMOR.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
.jpg)