terça-feira, 22 de setembro de 2009

José Vinicius (4ª Série)

POESIA

EU MORO NUMA CASA MUITO DESARRUMADA
COM MUITOS ANIMAIS E MUITOS CURRAIS...

ESCREVO EM UM LIVRO COM MUITAS LETRAS
NA NOITE FICO VENDO MUITOS E MUITOS COMETAS...
ESTOU PEGANDO VENTO COM O MEU VENTILADOR
DEPOIS FICO ESPANANDO MEUS MÓVEIS COM O ESPANADOR...

NO MEU CURRAL TEM UMA VACA PULANDO PARA LÁ E PARA CÁ
DEPOIS VOU PARA CASA DA MINHA AVÓ,COMO E DURMO LÁ...

MEU CACHORRO É BONITO ELE É BRANCO E PRETO
A TARDE BRINCO COM ELE DEPOIS DOU BANHO E DEIXO-O SECO...
EU VI UMA ANTA NA FAZENDA CORRI, CORRI PARA PEGAR
DEPOIS DE PEGAR TREINEI, MONTEI NELA E FUI ANDAR...

ESTAVA NA ESCOLA QUANDO O APONTADOR QUEBROU
DEPOIS MOSTREI PARA A PROFESSORA ELA PEGOU E CONSERTOU...
UM DIA FUI PARA A ESCOLA COM A MOCHILA RASGADA
MINHA AMIGA TROPEÇOU E FICOU TODA RALADA...
EM UMA RUA MUITO LINDA DOIS LADRÕES FIZERAM A FUGA
DEPOIS DE PEGAR OS DOIS DEI UM CHUTE BEM NA BUNDA...

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

...


Loucura!
Para que negar a existência?
Por que ela fere?
Cicatrizes, felicidade. Quem venceu a batalha?
Inevitavelmente dominada
Furia!
Acabou! Calma, canta!
Quero chorar!!!
Vozes, minhas vozes, meus "eus"...
Loucura, felicidade, medoooooooo
"Eu".

Karina Aparecida Justino

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Texto dos alunos...



BABYXÃO EM BUSCA DO DIAMANTE


Babyxão é um esqueleto baixinho, gordinho, que tinha só um olho, duas antenas e três dedos na mão e no pé. Ele estava a procura de um diamante para libertar os pais dele.
Babyxão viajou para o deserto Saara, passou pelas rosas explosivas e pelas plantas carnívoras, além da colina do desespero e do vulcão rios da morte.
De repente ele tropeçou em uma pedra, mas apoiou-se no chão rapidamente, claro que meio desengonçado, afinal ele só tem três dedos, mas levantou e surpreendeu-se imediatamente pois, ao passar pelo vale dos dinossauros, enfrentou dez dinossauros de raças diferentes e entrou em uma caverna, lá havia uma cobra de 4 cabeças cuspidora de fogo venenoso, esta cobra era quem guardava o diamante, ele enfrentou-a cortando todas as suas cabeças.
Babyxão seguiu e pegou o diamante, logo abriu o portal e parou na cidade do labirinto dos portais, no diamante tinha um número que correspondia em que portal os pais dele estavam e esse número era nove inteiros e três quartos. Ele caminhou e encontrou o portal procurado. Ao colocar o diamante na fechadura do portal ele se abriu e os pais se reencontraram com o filho, subiram na nave e foram para casa que era o sol.



Rayanne, José Vinicius e Tássia (Alunos da 4ª Série)

domingo, 23 de agosto de 2009

ECO

MALDITA CONFLUÊNCIA! OPOSIÇÃO?
MALUCO AQUELE QUE DISSE:
- QUERER NÃO É PODER
O FEITO REALIZOU-SE
NÃO POSSO, NÃO POSSO, NÃO POSSO...


KARINA JUSTINO

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Por Luciene Carvalho

Mistérios de amores

Não creio no amor...
Ele crê em mim e me habita.
Permeia minha descrença,
É coisa concreta:
Não creio no poder do amor
Cantando por muitos
Em rimas e soluços.
Então me alvoroço
Com meus movimentos
Suspeitos, secretos,
Comprometedores.
Por causa de um moço.
Mistérios de maoress...


domingo, 9 de agosto de 2009

Por karina Aparecida Justino




Livros, retratos, música...
"O Manifesto Comunista" a minha espera...
Mas agora não!
Ouço a chuva e aguardo um telefonema,
para negar a minha existência ou a sua talvez...

Letras se as não tivesse assim soltas, embaralhadas
tão amontoadas, que gusta respirá-las.
Silêncio arbitrário.
Solidão e o medo da verdade,
das tantas bobagens e da vida
que é só fingimento.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Por Dante Gatto


ESTAÇÕES

Quando abriu a porta, o ruído se desfez em música...

harpas, avenas, violinos...

Tomou o café que esfriava e

ocupou a poltrona sempre vazia.



Um sol de verão se fez em pleno agosto.


Quando fechou a porta, o ruído ecoou absoluto

como um violino sem cordas

que se derruba acidentalmente ao passar.


Experimento o café frio,

sentado ao lado da poltrona vazia,

diante da porta que se fechou.


Um vento frio varre as folhas mortas em plena primavera.